quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Anjinhas de quatro patas

Eu já falei das florzinhas que tem na família e hoje vim apresentar para vocês essas fofurinhas e contar a história de cada uma.


Essa coisa fofa e gostosa é a Jolie, a cachorrinha (grandona) de minha mãe, ops, minha mãe quem é dela. A Jolie foi adotada da feira de animais depois que o cachorrinho de meu irmãozinho sumiu. No outro dia ela deu sinais de que estava muito doente, foi na veterinária várias vezes, ficou internada, a danadinha ficou pele e osso e acho que nem a veterinária acreditava que ela se salvaria, mas aí está, o tratamento foi imprescindível, mas junto a isso, minha mãe dedicou horas de amor e carinho todos os dias e pedia para ela reagir e sarar. A Jolie sarou, cresceu, ficou enorme (e o pessoal da feira falou que ela ficaria pequena) e é uma fofa, não gosta de ficar muito tempo longe de minha mãe e até para tirar essas fotos (à noite) não saiu do lado da dona.
Depois tiro fotos de dia dessa menina feliz para vocês a verem melhor.



A Jully é essa figurinha baixinha, ela ama, adora, venera o meu padrasto e o conquistou com seu jeitinho. No mesmo dia que minha mãe adotou a Jolie, o meu irmão chegou com esse cisquinho à noite, não sabendo que já tinha outra anjinha no pedaço, daí que as duas ficaram juntas. Depois de um tempinho, a Jully começou a ter dificuldades para andar e só dormia e andava de pescoço para cima, não dava conta de abaixar a cabeça. Veterinário, exames e constataram que ela tem uma lesão na coluna e que precisaria de cirurgia ou um tratamento a base de injeções e depois fisioterapia. Minha mãe voltou com ela para casa para pensar em qual tratamento escolher. Daí que aparece uma filhote de gato e a Jully fica louca de paixão pela bichana, ficava o tempo todo envolta, cuidava, seus peitinhos encheram de leite e ela deu de mamar para a filhote. Só quem viu para acreditar em sua evolução, como a Jully adotou a gatinha, ela forçava o pescoço para puxar a filhote, não a deixando fugir para a rua. No final, não precisou de cirurgia (que seria arriscada), não precisou de injeções, só ficou a sequelas de onde a lesão já tinha afetado, ela não fica mais de pescoço para trás, anda como uma doidinha, mas chega a ser engraçadinho e o Pedro, meu padrasto, passou a ser dela. Depois que a Jully melhorou, a gatinha fugiu, então acho que ela veio para ser o remédio da canina mesmo e depois seguir seu rumo.




E falando em gatinha, há uns três meses atrás, marido e eu depois da caminhada, encontramos essa cinzinha do lado de fora do parque, muito assustada. Ficamos com dó porque havia muitas pessoas na feira de carros e com medo dela correr para a rua e ser atropelada (muito chato isso, mas muitas pessoas "soltam" filhotes de gatos no parque, algumas pessoas adotam, outras levam ração para eles e sei que essa não teria essa sorte por não estar lá dentro). Trouxemos ela para casa já pensando em achar alguém que quisesse adotá-la. A Milu ficou estressada, tentou acabar com a bichana que sempre foi muito valente e tentava atacar a Milu também. Tivemos que deixá-la num espaço pequeno na frente e todos os dias tentávamos a aproximação entre felina e canina, mas não estava dando certo mesmo. Passaram-se uma, duas, três semanas e nada de arrumar um dono para a gatinha que batizei com o nome de Melina. Minha filha ficou completamente apaixonada pela Melina e meu coração já doía quando pensava que ela poderia ir embora, já tinha dado vermífugo, comprado ração que ela adorava e a danadinha cresceu um pouquinho e ficou mais custosa, começou a fugir para a rua toda hora que ouvia o portão se abrir. Cheguei atrasada a compromissos e a Mari atrasada várias vezes na escola pelo tempo que demorávamos para conseguir alcançar a gatinha fujona que se enfiava debaixo do meu carro. Numa sexta-feira a Mari chega da escola dizendo que a empregada de uma coleguinha queria ficar com a gatinha porque ela adora e já tinha mais dois em casa e no domingo fomos levá-la. Marido, filha e eu nos apegamos à gatinha, nossos corações ficaram apertados ao entregá-la, mas vimos o ambiente que seria o seu novo lar, com muito espaço e com dois gatinhos que a receberam muito bem. Sempre quero saber notícias, sinto saudades e quando estivermos morando numa casa com um espaço maior quero um gatinho fofo também.
Eu tenho um amor profundo por esses anjos de quatro patas e nem sei como alguém consegue não gostar.

Meu marido deu casca de mamão para a Milu e desde ontem ela está com diarreia. Hoje fiz para ela chá de folhas novas de goiabeira e consultei uma veterinária que receitou um antibiótico. Mas continua espoleta, saltitante, alegre, feliz, só que mais carente, querendo ficar o tempo todo perto da mamãe. Amo demais.

26 comentários:

Aline Sabes disse...

Amo demais esse anjos de quatro patas. Minha mãe tem 03 cachorro que foram todos adotados, o único cachorro que comprei foi o Tequila mais sinto peso na consciência por isso, mais eu amo aquele cão demais!!
As cachorras da minha mãe a que eu mais cuidei (com remédios e veterinário) foi a pantufa (ela tem esse nome porque as 4 patinhas dela são branca e o resto é preto) Meu irmão estava voltando tarde da noite da casa da namorada e estava chovendo e bem frio e ela começou a seguir meu irmão e ele não aguentou e levou ela pra casa. Ela era muito pequena e estava cheinha de verme, dava dó. Estava com verme, doença do carrapato e anêmica mais depois de 1 mês de tratamento ela reagiu e hoje ela é um capetinha! Tentei trazer ela para ficar com o Tequila mais ele é muito grande e bruto e acabava machucando ela por isso ela voltou para a minha mãe. Meu pai não gosta de cachorro mais minha mãe e meu irmão dão todo o amor que as 03 cachorrinhas precisam!
Nossa que livro..rsrs

Beijos

Angela disse...

Que post lindo, eu nem preciso falar da minha loucura por animais nè? Me emocionei com a história da Jully e o amor pelo gatinho que curou sua lesão! É Carol e as pessoas ainda tem dúvidas do imenso amor que esses bichos tem dentro deles e nos dão todos os dias de graça!Amada obrigada por alegrar meu dia com essa literal mensagem de que vale muito a pena dedicar nosso tempo a esses seres de luz!

Beatriz disse...

São histórias de amor. Havia um tempo que diziam - acreditavam mesmo - que as mulheres, seres inferiores, não tinham uma alma. Só os homens. Hoje ainda dizem isso dos bichinhos. Algum dia isso se esclarece de vez!
bjs,
b

Rô Faleiro disse...

Que historias heim Carol!
que bom que conseguiram superar, pois oq seria da gente sem esses anjos?!
minha pequena teve sinomose, ninguem acreditava que ela viveria, ta ai até hj, com 6 anos e tomando gardenal 2X ao dia, rs, tadinha!
Obrigada pelas visitas carinhosas :)
bjos

Casa da Shali disse...

Adorei o post Carol,eu amo esses bebes,tive um menininho por 10 anos,morreu de um ataque no coração,sofri muito,fiquei 5 anos sem cachorro,e agora tenho minha anjinha,q amo mais q td,e bom demais esse amor e verdadeiro tb,bjs

Sandra =^.^= disse...

Que post lindo, Carol.
As filhotas da sua mãe são fofas demais e a gatinha então...sou suspeita em falar, vc sabe que sou gateira roxa, rsrs.
Grande beijo pra vc e melhoras pra Milu.

Jana Pereira disse...

Flor amei o post passando para te deixar um beijinho!
Não tenho conseguido visitar os blogs que comentam no blog, estou pensando de migrar pars o wordpress para conseguir responder todo mundo...
Tem dica de viagem no blog
Um beijo grande fica com Deus!

Gaby disse...

Oi Carol,
Só quem tem uns anjinhos desses para saber o que é um amor incondicional, tenho minha 4 que chamo de filhas, sou doida? Há quem diga que sim, mas o amor que sinto por elas não tem preço.

Amei conhecer a história dessas fofuras.
Estou torcendo pra melhora da Milu.

Um beijo e até mais.

Simone butterfly disse...

Que lindo! Amo de paixão animais, a minha cahorrinha morreu e fiquei com meu coração apertado e triste por ter perdido minha amiga, companheira! Mas é assim mesmo eu até hoje não me conformo faz 3 dias que ela faleceu, mas fica somente boas lembranças! beijos querida

poesiadepapel disse...

Que história linda Carol, fiquei emocionada aqui!!! Amamos nossos animais!!! Coitadinha da Milu, a Lili adora comer mamão...hehehe

Bjss querida e uma maravilhosa noite!

http://www.toutlamour.blogspot.com/

Vanubia disse...

Que gracinha!!!
Na casa da minha tia tem um a parecida com a Jully, mas está obesa e com um tumor no cérebro, o médico falou que a cirurgia custa 3 mil e ele não garante que ela saia viva, estão todos em um impasse se fazem ou não.
Carol, obrigada florzinha... meu e-mail é carvalho_vanubia@hotmail.com

beijo

Rosane Castilhos disse...

MINHA AMIGA QUERIDA!!!!
QUE BELO POST, UM DOS MAIS LINDOS QUE JÁ VI, POIS CONTA HISTÓRIAS DE SUPERAÇÃO E DE AMOR PELOS ANIMAIS. AMEEEEEEIIIIIIII!!!!!
PARABÉNS PARA SUA FAMÍLIA DE CACHORREIROS, É DE GENTE ASSIM QUE O MUNDO PRECISA, SEMPRE DIGO E ACREDITO QUE QUEM SE IMPORTA E CUIDA DE UM BICHINHO É UM SER HUMANO MELHOR. ESTE TIPO DE GENTE JAMAIS FARÁ MAL A UM SER HUMANO.
QUE GATINHA LINDA!!!
CUIDA BEM DA "NOSSA MILU"(OLHA EU QUE METIDA), MAS GOSTO TANTO DESTA PELUDINHA!
BEIJINHO

Ellen Caliseo disse...

QUe lindo post...são lindos anjinhos..desses que nunca nos abandonam..viva os anjinhos de quatro patas..eles são mto lindos!!
Melhoras a Milu!!
Linda quinta pra vc!
Bjinhoos!

Rosana Remor disse...

MINHA LINDA!QUE HISTÓRIAS DE EMOÇÃO E DE MUITA SABEDORIA!!AMO OS ANIMAIS E APROVO TODAS AS ATITUDES DE CUIDADOS QUE TEMOS COM ELES!COM CERTEZA,VC FEZ O MELHOR PELA GATINHA, ELA ESTÁ NUM LUGAR MAIS ADEQUADO PARA ELA E ACHO QUE A MILU NÃO SE DARIA BEM COM ELA MESMO. CAROL, DÁ UMA ABRAÇÃO EM SUA MÃE, SEU PADRASTO E SEU IRMÃO, ELES MERECEM TODO O MEU CARINHO!!!BJS!!

AUDENI OU Dona Mocinha disse...

Oi Carol, tudo bom?

Fico MUUUUUITO FELIZ DE CONHECER MAIS UMA BLOGUEIRA QUE GOSTA E RESPEITA ANIMAIS!!!

Moro em chácara, temos 15 "filhos" de 4 patas em casa, somente o 1.o foi um "filho" programado, na verdade ele foi criado com uma criança, nem sabe que é cachorro, rsrsrs, todos os demais foram resgatados, SÃO TODOS LINDOS, CARINHOSOS, DEFENDEM A NÓS E A CASA.

Acredito piamente que uma criança que cresce respeitando animais, será um adulto que respeitará crianças, idosos, outros seres humanos e animais, concluindo: será gente do bem!!!

Parabéns!!!

Beijos


Audeni

Rosangela disse...

Que linda seu amo esssa sanjinhas de quatro patas amo todos os bichinhos parabéns Carol elas são lindas bjs.

Sandra Guadagnin disse...

Carol, como tudo acontece como se fosse combinado, né?! Energias positivas atraem bons fluídos. E todos os animais da casa sentem isso. Tem mistérios que não são para nossos bicos, né?! Mas temos a grande chance de termos essas almas abençoadas próximas de nós. Merecem nosso respeito e nosso cuidado. Se as pessoas cuidassem mais dos animais, não teriam tempo e para maldades.
Linda a bicharada de vocês. Tudo com cara de filho mimado. rsrsss...
Beijos

Saron disse...

Ai tadinha da Milu, melhoras pra ela...
Todas historias são lindas.Mas a da Jully é muito comovente.A superação dela atraves do amor que ela tinha a uma gatinho.Acho que isso nos ensina e muito.A aceitar as diferenças e ser feliz.Fora a frase cliche mas verdadeira "que o amor cura".
Não só isso, mas é bom ver que toda sua familia é soliedaria.Tem tanta gente que as vezes adota , depois não gosta mais e acabam abandonando.
É muito plausivel a atitude de todos vcs.
Meus cachorrinhos tb são de rua, que dizer, eram.Hoje são muito felizes e tb fazem nossa felicidade.
Lindo post Carol.Bjos

Dani disse...

Carol, amei a história dos teus bichinhos!!
Também adoro bichos e os dois que eu tenho foram adotados são dois sapecas mas são a nossa família! rs
beijoo

Vanubia disse...

Se sinta a vontade Carolzinha... fiquei curiosa pra saber o que vc acha que está acontecendo... me manda um e-mail sim... vou amar conversar com vc!
Beijos

c r i s disse...

Oi querida, adorei saber da história desses anjinhos, não tem mesmo como não se apaixonar, lindas histórias de 'família', a Milu é uma fofa...já te mostrei a Cleo aqui de casa, né? Bjim:}

Raminhos de Pano disse...

Carol,que lindos anjinhos de 4 patinhas!Adoro saber de história de pessoas que amam e bem tratam os animais.Aqui na rua tinha um vira lata que sofria terrivelmente de seu dono(o Sr. viralatão)por fim decepou a cru o rabo do cachorro,não suportei tamanha crueldade,levei ao veterinário e já tem uns 2 meses que cuido dele dentro de minha casa.Ele é carinhoso,muito esperto e até hoje nunca sujou a casa,sempre pede para sair pra rua usar o banheiro das plantinhas e postes.Gosto muito dele,cuido com carinho,agora ele já esta bem gordinho,não tem mais carrapatos.O olhar dele é triste mas tem melhorado dia a dia,já brinca,late e respeita muito a gata nina.Pena que não posso ficar com ele,isso me deixa muito triste ,estou em busca de uma pessoa que queira cuidar do meu amigo,é assim que o chamo.bjs de Fernanda.
obs.amei saber de seus bichinhos :)

http://claudiaaoextremo.blogspot.com/ disse...

OI Carol!
Oiimm que fofos
a minha vida inteira foi cercada por cães e gatos minha mãe sempre teve bichos em casa, passarinhos, peixes tartarugas kkkk
sei que são os seres que mais se afeiçoam e são sinceros no sentir
Minha mãe tinha uma que chamava Brenda agora ela faleceu, ela só dormia se fosse ao lado da cama da minha mãe ou na porta do quarto, onde minha mãe ia ela ia tb até o banheiro kkkk
Beijo Carolzinha!!!!

Luciana Macêdo disse...

Só quem tem estes amiguinhos em casa sabe o que sentimos por eles. A nossa cachorrinha Nina é uma princesa, amada e paparicada por todos.
Bjs!
Lu
achadosdaliedaqui.blogspot.com

Rose Porciuncula disse...

Aqui tenho 40 patas que de alguma forma foram abandonadas por aí...
Só não tenho mais por que estou no meu limite..
Eu amo esses anjos que me fazem feliz!
E só gosto de gente que gosta de animais como nós! *Ü*
Bjuu
Rose

Arteira Craft
arteiracraft.blogspot.com

Melissa Alves disse...

Eu acho muito mais digno adotar um bichinho de estimação do que comprar... É um ser vivo e, eu acredito, tem sentimentos.

Tenho uma gatinha, a Rainha Victoria, mas eu não adotei, ela que me adotou! Apareceu aqui em casa, eu não tinha nada para oferecer e mesmo assim ela ficou!


Um abraço!

(www.minhanovacasavelha.blogspot.com)